As fitas no presépio do Vaticano representam vidas salvas do aborto.
16/12/25
O Vaticano ilumina seu presépio! O Papa Leão XIII agradece aos artistas
e doadores. O presépio na Sala Paulo VI é único, com Maria representada (até o
Natal) ainda grávida.
O Papa Leão XIII acolheu com entusiasmo um presépio
especial na Sala Paulo VI, criado por um artista costarriquenho, que,
"juntamente com a mensagem natalícia de paz", apela também "para
que a vida seja protegida desde o momento da conceção".
A cena mostrará Mary grávida até o Natal, quando o
bebê nasce.
O Papa também observou que a cena inclui 28.000
fitas coloridas, cada uma representando "uma vida preservada do aborto
graças à oração e ao apoio fornecido por organizações católicas a muitas mães
em dificuldade".
No dia 15 de dezembro, o Vaticano também iluminou a
majestosa árvore e o presépio na Praça de São Pedro. O Santo Padre elogiou a
forma como os criadores dessas obras "buscam unir arte e espiritualidade
num cenário que conta a história da fé e das raízes culturais de sua
terra".
Ele considerou alguns dos simbolismos dessas
imagens:
A árvore, com seus galhos sempre verdes, é um sinal
de vida e evoca uma esperança que não se desvanece nem mesmo no frio do
inverno. As luzes que a adornam simbolizam Cristo, a luz do mundo, que veio
para dissipar as trevas do pecado e iluminar o nosso caminho.
Entrando
em nossa história.
“Queridos irmãos e irmãs”, disse o Papa. “[...]
Para os peregrinos vindos de todas as partes do mundo que irão à Praça de São
Pedro, o presépio recordará que Deus se aproxima da humanidade, torna-se um de
nós, entrando em nossa história na pequenez de uma criança. De fato, na pobreza
do estábulo de Belém, contemplamos um mistério de humildade e amor. Diante de
cada presépio, inclusive os montados em nossas casas, revivemos esse Evento e
redescobrimos a necessidade de buscar momentos de silêncio e oração em nossas
vidas, para nos reencontrarmos e entrarmos em comunhão com Deus.”
O Santo Padre também refletiu sobre o silêncio de
adoração de Maria:
A Virgem Maria é o modelo do silêncio adorador. Ao
contrário dos pastores que, voltando de Belém, glorificam a Deus e relatam o
que viram e ouviram, a Mãe de Jesus guarda todas essas coisas em seu coração
(cf. Lc 2,19). Seu silêncio não é mero quietude: é admiração e adoração.
O Papa sugeriu uma oração enquanto contemplamos
essas belas cenas, e as que vemos em nossos lares e paróquias: "Peçamos ao
Senhor que renove em nós o dom da paz e da fraternidade. Oremos por aqueles que
sofrem por causa da guerra e da violência."
Aqui ele mencionou a tragédia que havia ocorrido em
Sydney, durante a celebração do Hanukkah.
O Papa concluiu:
Permitamos que a ternura do Menino Jesus ilumine
nossas vidas. Permitamos que o amor de Deus, como os ramos de uma árvore
perene, permaneça vivo dentro de nós.

Edição Inglês

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